segunda-feira, 18 de outubro de 2010




Ódio a que mesmo?

E eu vou te esperar aonde quer que eu vá... Chega, chega, chega. Pois é, bandas coloridas, assunto da moda, modinhas pra simplificar. Tantas pessoas declaram ódio a esses infelizes esse estilo, mas qual será o real motivo da raiva? Não suportar a música ou as vozes dos cantores de tais bandas, ou (o mais provável, acho eu) ter uma repulsa ENORME pelo estilo de se vestir e agir dos chamados “coloridos”. Esses dias meus colegas de faculdade apresentaram um trabalho e mostraram que as “colored bands” já existem há certo tempo e não é inteiramente “privilégio” do século XXI, é só parar e lembrar-se dos Menudos (lembrei: náuseas). Mas voltando ao questionamento, a respeito do por que do ódio a essas bandas ou a seus seguidores. Bom, as músicas aparentemente são normais, tem uma letra, instrumentos e voz. Até aí beleza, talvez algumas pessoas achem que as letras são muito ruins ou que as bandas são totalmente desprovidas de talento algum, ou ainda que sejam muito artificiais, produzidas mesmo. Porém se fosse por isso, teria muito mais gente também baixando o pau nas inúmeras duplas e cantores solo de sertanejo universitário que são lançados todo mês. Então, na minha opinião, a maioria das pessoas têm vontade de atear fogo nessa nova tribo não por causa do som, mas por causa do estilo todo extravagante. Nossa são calças coloridas e muito coladas, tênis compridos, cabelo estranho (não que o meu seja grande coisa) e um fanatismo inigualável, a ponto de que parece que o público “miguxo”, e principais fãs, de 10 a 13 anos sofreram uma lavagem cerebral para viver e encarnar essas bandas. Isso é muito mais relevante do que a música, porque parece que afeta de verdade a galera que curte essas bandas e acho que toda essa compulsão que indigna as outras pessoas. Eu acredito que seja pelo menos ;]

Mas como não mandamos em ninguém, muito menos temos o direito de opinar na vida dos outros, deixa eles assim e quem acha tudo isso muito exagerado (como eu) só tem a esperar a passagem dessa “tsunami” colorida que temos observado…






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